
|
Segue o teu destino, |
Se tem uma coisa que eu tenho certeza, é que nos últimos 3 anos eu tenho aproveitado meus dias intensamente, e sabido valorizar a felicidade e todo o entorno desse sentimento, bem como buscá-la (Lucas.... não vá achando que isso se deve somente a vc, lembrando que meus encontros com a Lídia aconteceram tbm nesses últimos 3 anos =o) .
Bom, como é de conhecimento geral, os últimos dias tem sido muito intensos e difíceis. Algo como a imersão numa realidade dura, meio desiludida e SOZINHA... sem a companhia de antes. Entretanto isso me possibilita entender como é o funcionamento da felicidade, agora eu consigo ver como ela nasce, onde se esconde... é louco como eu recebo um teco de nada de felicidade, como se fosse um gole de água fresca depois de um dia inteiro andando no deserto quente (e eu sei como é isso tbm). A felicidade não é algo materializado... não é uma coisa, alguém, um acontecimento, mesmo que as vezes ela pareça estar sob a forma de olhos verdes
(eh Vany... só eu sei !).
Agora, e só agora, eu fui descobrir qual o verdadeiro valor de sentí-la, quando ela me faltou (pq que as coisas são assim?). Que venha devagar, quando eu merecer. E que seja plena, tudo tem sua hora.
Vc tem razão Rodolfo: Dani agora é a hora de você olhar prá si mesma e se cuidar!
Ahhh e sabem como chama o filme em espanhol: Eterno Resplandor de una Mente sin Recuerdos! não é fofo?
A propósito:
“dê tempo ao tempo”. Eu não entendo... (até entender). Os meses apagam as memórias do amor que passou. Há quem se alivie na bênção do esquecimento. Mas, eu sou um espírito inquieto, e me questiono (não sem certa decepção) se o amor se resumia a apenas isso: uma punhado de lembranças, boas e más.
Definitivamente... não pode ser só isso. Hoje é essa a minha resposta!
Saudade é não saber mesmo!
Não saber o que fazer com os dias que ficaram
mais compridos, não saber como encontrar
tarefas que lhe cessem o pensamento, não
saber como frear as lágrimas diante de uma
música, não saber como vencer a dor de um
silêncio que nada preenche.
Parece clichê demais, dramático demais, sentimentalóide demais.... mas foda-se, é verdade, é possível sentir tudo isso!
portanto é irrepreensível.
Último dia de campo na Argentina:
Começo da noite: eu deitada na cama, olhando para dentro de mim, procurando entender o que sentia e o que não fazia sentido algum... O corpo exausto, o coração perdido, a mente vagando de um lado para outro buscando respostas que não existem, para perguntas que não me abandonam. Mas uma hora o conjunto corpo, mente e sentimentos falha, realmente não se pode controlar a vida, e eu me distraio vendo TV, um seriado sobre UFOs (!!!!!), e neste momento de divagação me chega uma alusão ao momento atual da minha vida:
O carinha americano do seriado estava regressando da segunda guerra, chega em casa e os pais estão lhe esperando felizes, juntamente com todas as coisas que ele amava e tinham ficado prá trás... casa, carro, seu quarto, as lembranças, os discos e livros... e então ele vai anciosamente encontrar a namorada que não sabe que ele chegou. Entra no escritório onde ela trabalha e assim que ela o vê corre ao seu encontro e eles se beijam e se abraçam bem apertado (dá prá imaginar a cena.... meio clichê), mas o que me despertou para mim foi que enquanto tudo isso acontecia, o narrador dizia algo mais ou menos assim:
Depois de tanto tempo longe de casa, se muda, inevitavelmente... e quando voltamos o que nos incomoda não são as coisas que mudaram, mas sim, as que de forma alguma não mudaram, aquelas que continuam como as deixamos......!
Soco no estômago! Foi de perder o ar (a intensidade de tudo parece estar extrapolada agora).
nesse momento, compreendi muitas das coisas pelas quais estava/estou passando!... eu não havia mudado, absolutamente! cultivei meus sentimentos como jamais havia sido necessário fazer, e fui bem sucedida na guarda de todos eles... do meu amor! Sorry!
O texto ficou ruim, mas acho que consegui expressar o que queria. Preciso treinar mais... de novo.
... There ain´t no mountain high enough
Ain´t no valley low enough
Ain´t no river wide enough
To keep me from getting to you...
Título: Ain´t No Mountain High Enough
Artista: Marvin Gaye and Tammi Terrell
E isso vale prá tudo. Cada um tem seus milagres e reencanta-se a vida diariamente.

Um, Dois...
Quando um não liga, dois não falam.
Quando um não escreve, dois não entendem.
Quando um não deseja, dois não vêem.
Quando um não quer, dois não beijam.
Quando um não gosta, dois não cativam.
Quando um não cobiça, dois não copulam.
Quando um não ama, dois não amam.
...
Quando um não... O outro sim.
Que lástima!
(por Dom! http://www.amuiraquita.blogger.com.br/)
esse poema me rasgou na hora que o lí. Valeu Dom!
|
Às vezes tenho idéias felizes, |

"Eterno é tudo aquilo que dura uma fração de segundos,
mas com tamanha intensidade que se petrifica e nenhuma
força jamais o resgata."
Carlos Drummond de Andrade
ahh .... Não consigo escrever, não sei se é preguiça ou o quê ?
Rodolfo, Vany, Mãe, Vó Leda, Cabeça, Danilo, Christiam, Alexandra, Palmito, Sebão, Gutinho, Migué, Tici, Vitão, Talita... tô bem melhor... valeu.

Sabe, outro dia pensei ser você pequeno.
Imaginei-me agarrando uma revoada de pássaros e fugindo do meu planeta. Então fui conhecendo outros mundos onde não havia apenas uma pessoa e muitas eram convidadas a entrar. Mas eu não entendia bem esse mundo, como as coisas poderiam funcionar tão bem com tanta gente? como poderiam ser felizes?
Eu, no meu mundo só precisava de um acompanhante, uma rosa, nem carneiro precisava. Só as estrelas, eu e a rosa.
Mas naquele outro planeta tudo era felicidade, sorrisos e mais sorrisos, seria tudo plástico?
Porque a felicidade é muito efêmera para se manter de tal forma. No meu mundo tem tempo pra felicidade, tem tempo pra tristeza, tem tempo pras estrelas, e tem todo tempo pra rosa.
É estranho viver tanto pra uma rosa apenas, todo o tempo, todo o mundo, todo. Tudo. É estranho quando nem o carneiro a gente quer, quando nem a felicidade plena. nada, só a rosa. Eu queria só a rosa. Aí eu acordei, não tinha rosa. (escrito por coffee girl em http://aesperadeumcometa.blogger.com.br/, mas poderia ter sido eu a autora... se bem que eu quero a felicidade plena e quanto a rosa... "infelizmente" não posso fazer mais nada)
"Desenha-me um carneiro?" para comer as ervas daninhas!

60 horas depois... cheguei em san jose de jachal.
tenho muito que escrever sobre esta experiência, até que estou me dando bem!
escrevo mais outra hora.
beijos a todos, já estou com saudades!
|
|
||||
|
||||
|
||||