- Viajo quarta e só volto dia 09;
- Palmito e Capitão vão prá Argentina dia 10 e não sei quando voltam;
- Migué vai dia 03 e volta no final do mês;
- A Tosca chega dos EUA dia 05, finalmente...
- Mas a Vany vai dia 03 prô Rio e fica dois meses;
- E o Gutinho estará cuidando de suas terras em Guará City...
- Pertinho da Carmela.
É já era... ganhamos o mundo.

TODOS juntos em março, hein???!!
2005 terminando. PUTA ANO!!!
Very very hard e eu dei final. SIMMMM EU DEI FINAL!
Monotemática Daniele. Atualmente só falo do meu projeto de mestrado, TCC, dos meus mapas e resultados, mas é fácil saber porque isso acontece: ME RECONHECEM, e eu também me reconheço nesse aspecto.
Outra coisa... descobri o quanto odeio que as pessoas não entendam, me entendam... Sei que nem eu mesma me entendo, mas e quando eu falo, falo, falo, choro, grito, berro, descabelo, olho nos olhos, olho prô nada, suspiro, lamento, sorriu? Ufaaaaaa eu sinto. EU SINTO POR TODAS AS CÉLULAS. EU SINTO MUITO por coisas que acontecem, e também pelas que não acontecem.
Mais que odiar, eu amo. Incondicionalmente, muitas coisas. Eu perdoô, não guardo mágoas, e por vezes acho que isso está muito errado... existem pessoas que não merecem uma segunda chance, um oi despreocupado de manhã, um sorriso aleatório... coisas aleatórias! ...eu me machuco, mas eu levanto e sigo em frente, sempre, absolutamente sempre, e também as vezes não sei se isso é bom. Ver o lado bom de todas as coisas está errado, certeza!!! Mas é assim que funciona comigo: otimista, utópica e até ingenua congenitamente.
Bom, foram só frases desconexas de hoje, 2005 desconexo. Quanto pior, melhor e blá blá blá.
Sobrevivi de boa... numa relax, numa tranquila, numa boa. É claro que não foi assim... me deixaram sozinha sangrando até morrer. E eu nasci de novo, melhor.

Por quem e com quem se superam as dificuldades e se vencem repugnâncias, tornam-se pessoas libertas e as privações se tornam plenitudes.
Agradecimentos
Agradeço primeiramente, a toda minha família. Especialmente aos meus pais, Eliana e Neri, à minha irmã Denise, meus avós Waldyr e Celeida e meus tios Vili e Alcir pelo incentivo, pelas palavras de apoio e principalmente pelo amor incondicional que não me deixaram desistir em nenhum momento, sobretudo nos mais difíceis.
Ao prof. Alvaro, por ter me orientado neste trabalho e no projeto de iniciação científica, pelos ensinamentos, pela dedicação e amor com os quais desenvolve suas tarefas, e que com certeza serviram à mim como exemplo e incentivo para abraçar a pesquisa e a minha futura profissão. Aos professores Jacinta e Bernardino pela oportunidade da realização do meu primeiro projeto de iniciação científica.
Aos alunos de doutorado Sérgio Bosso, pela orientação e companhia durante os longos dias de trabalho no laboratório e Diego Ducart, pelas sugestões, ajuda com a interpretação dos dados de espectroscopia e também com o tratamento das imagens ASTER.
Aos funcionários do Instituto de Geociências, especialmente Lúcia, Dailto, Jô, Marlene e Neide.
Aos meus queridos amigos do IG-Unicamp, pela convivência, risadas e amizade. Principalmente, Ticiano, Felipe, Carmela, Henrique, Pedrinho, Carol Pacini, João Paulo, Eustáquio, Sérgio, Duzão, Érico e Roger.
Aos meus amigos de todas as horas: Marcinho, Danilo, Tom, Cris, Kátia, Denise “Z”, Mônica, Rick, Lyza, Lídia e Zequinha por se fazerem presentes em todos os momentos da minha vida, principalmente quando mais precisei de cada um de vocês.
Em especial, gostaria de agradecer aos meus amigos da turma de geologia 01 (Lixeira, Cava, Capitão, Pê, Bia, Pampers, Carla, Caê, Edgar, Sebão, Gutinho, Migué, Palmito, Ponêis, Talita, Tobs, Vany e Vitão), pelas aventuras, campos, risadas, histórias inesquecíveis, pela convivência durante os cinco anos mais difíceis e prazerosos da minha vida. Será um imenso prazer ser colega de profissão de vocês!!!
Gostaria ainda, de agradecer aos irmãos que esse curso de graduação me deu: Guto, Talita, Vany e Victor. Obrigada por tudo.
Obrigada a todos vocês por caminharem ao meu lado...
O presente é tão grande, não nos afastemos.
Não nos afastemos muito, vamos de mãos dadas.
Carlos Drummond de Andrade
Estudo da alteração hidrotermal no depósito de Cu-pórfiro de El Salvador, Chile, por meio de técnicas de espectroscopia de reflectância e de processamento de imagens multiespectrais ASTER
Quando nasci, um anjo torto
desses que vivem na sombra
disse: Vai, Daniele! ser geologa na vida.
Aprendi nesses últimos tempos várias coisas, e a grande parte delas de uma forma bastante difícil, introspectiva e sozinha (paradoxal isso, mas verdadeiro).
Dentre essas coisas, hoje penso que uma parte do que consideramos ser o "par perfeito" talvez seja aquela pessoa que você ama não pelo que ela é, mas sim, pelo que você se torna, pelo o que você sente, quando está ao seu lado...
...e então só por um instante, nossos olhos se encontraram e ficaram presos uns nos outros. Estabeleceu-se entre nós aquela espécie de entendimento perfeito e total que não necessita de palavras.
E por mais que sejamos/fomos donos de algo que construímos e que hoje não há mais, por mais que tudo pareça uma miragem, longínquas lembranças de algo que talvez não tenha sido totalmente concreto, por mais que doa e faça sorrir ao mesmo tempo... coisas desse tipo não tem como ser explicadas linearmente, e tampouco dependem de uma conclusão plausível para se fazerem entender.
e é só isso, que e é tanto!
E que ninguém entende... nem você leitor, nem eu!

Bom domingo!
Viver ultrapassa qualquer entendimento! E não requer prática nem tampouco habilidade
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